THIRST - SEDE DE SANGUE
A rapaziada da crítica gringa está toda ressabiada e com o furico piscante de paixão por este filme. Nele conta-se a história de um padre que, cheio de bondade e adorado numa comunidade, se oferece como cobaia para testar uma nova vacina contra um virus mortal. Só que a parada dá errado e padre se transforma num vampiro sedento de sangue. Ele vai enfrentar toda violência e paixão que sua nova condição oferece, o que com certeza dá um belo pano prá manga.
Ficou de ser exibido no Brasil pela Paris Filmes mas, até onde sei, não rolou nada no cinema.
O torrent do DVD já saiu e está AQUI, mas não tem legenda em português... por enquanto.
Tudo indica que é ótimo. A conferir.
MOON

Aí está um filme de ficção-científica bastante simpático e interessante: trabalhando sozinho numa base na Lua, Sam Bell (interpretado por Sam Rockwell, aquele chefe da segurança covarde da nave de Galaxy Quest) está para voltar à Terra, para os braços de sua adorável esposa e filhinha. Normal.
Porém, quando um dos veículos externos dá pau, ele precisa sair prá averiguar a situação. Ocorre um acidente e... Bem, a treta começa.
Reitero: o filme é muito legal, a interpretação do Sam Rockwell está bastante convincente, a direção de Duncan Jones (disseram que ele é filho do David Bowie, confere?) está boa e o roteiro, apesar de ligeiramente confuso, é divertido e instigante. Ficou uma ponta solta na história mas não posso comentar senão estraga seu barato. E não, o robô Gertie é do bem.
IMDB clicando AQUI e baixe o torresmo clicando AQUI.
FEARS OF THE DARK

Eba! Coisa boa da muléstchia!
Interessante, perturbadora e divertida coletânia de várias animações que versam sobre o medo das crianças.
Filmada em P&B, mas com recursos de computação gráfica e desenhos à lápis (tipo o rapazola aí da imagem), as narrativas são interligadas por um cara que puxa uns cachorros furiosos e uma mulher que fala sobre o medo.
Chamo sua atenção para a história da menininha japonesa que é "assediada" pelo fantasma de um samurai que não encontra seu descanso eterno!
Papa-fina, manga-rosa, dubalacubaco!
Tex Avery - Complete MGM Collection

Se você não conhece Tex Avery, então você pode se matar, mano!
O velho e saudoso Tex, contemporânio de outro fodidão, o Chuck Jones, foi responsável pela criação dos maiores e mais legais personagens dos cartoons de todos os tempos. Do Patolino ao Droopy, do lobo tarado aí da foto à deliciosa beldade coxuda e ruiva, Tex colocou a demência, a insanidade e a piração louca nos cartoons. Ou seja, ele é tudo de bom.
No torresmo a seguir, temos Coletânia VHSRip com os melhores (?) desenhos animados dirigidos pela falecido.
O pacote a seguir tem sua produção na Metro de 1942 a 1955 com 65 animações. Certamente está faltando muita coisa, especialmente o primeiro desenho animado do Patolino (imperdível) mas por aí você pode conhecer a genialidade absurda deste incontestável mestre.
Baixe essa delícia torresmosa AQUI!
E a seguir, alguns desenhos do homem, começando com meu favorito, Billy Boy, seguido do Magical Maestro (a parte da Carmen Miranda é sensacional):
Max And Mary

Talvez um dos 10, ou 5, melhores filmes que já assisti, Mary And Max disponta para ser uma das pérolas da animação ocidental.
A história conta os dramas de dois personagens completamente distantes: Mary, uma menininha australiana, filha de uma bêbada trambiqueira e de um pai omisso e taxidermista... Que se comunica por cartas com Max, um judeu solteiro, gordo e doente mental de Nova iorque.
Há entre ambos uma troca de doces, idéias e objetivos, que começa alterando lentamente suas percepções sobre a vida... E si mesmos.
Duas vidas completa e totalmente diferentes que se alteram graças a amizade, simpatia, curiosidade e amor.
Recomendo avidamente que você baixe esse filme e o assista com calma, prestando atenção a um único detalhe: as cores. Nelas estão muitas chaves para se chegar às dicas do diretor.
A solidão tem solução. E ela rima com ação.
Assista. AGORA!
Olha o trailer.
A ESPERANÇA

Esperança: do latim Sperare.
Esperar.
Essa é a função da esperança: lhe fazer esperar por algo, alguém ou alguma coisa.
Mas qual seria o resultado final e definitivo desse espera?
A morte.
Disse-me um amigo que não existem verdadeiras ou falsas esperanças. Pois o que importa e o que realmente interessa é manter a pessoa esperando. Tem que deixar ela ali, parada, acreditando, tendo a mais profunda fé possível de que alguma coisa maior e melhor vai acontecer.
Esperando.
É um looping do pensamento, entende? Um feedback contínuo que começa com a espera e que segue com a fé de que algo melhor irá acontecer. De um jeito ou de outro.
Se acontece, a espera valeu a pena. Se não acontecer, nos faltou fé. E se faltou fé, agora é tarde.
Se esperarmos bastante e com toda força de nossas convicções, uma coisa é certa: morreremos na mais completa, profunda e total ignorância. Será uma morte dolorosa, horrível, absurda de tremenda... Mas não pensaremos nela, e em muitas outras coisas, até lá.
É para isso que serve a esperança.
"A esperança é o derradeiro mal; é o pior dos males, porquanto prolonga o tormento.
Friedrich Nietzsche"
Foi uma conjunção de pepinos: o Webnode comeu imagem na hora de migrar para a interface em português. E algum desocupado no Uniregistro bagunçou as configurações de meus domínios, inserindo comandos que não tinham na da ver.
O resultado foi que o japanfury aqui perdeu a maioria, senão todas, as imagens dos textos e muitas matérias. Sem problemas porque sou um cara precavido e faço backup. O sacão estão em acertar tudo de novo.
E o site do Mil Nomes ficou um tempão sendo direcionado para o vazio, só hoje voltando ao normal. Pelo menos nele eu não perdi imagem e nem texto nenhum.
Enfim, são esses pequenos contratempos que tornam nosso trabalho cada vez melhor e mais insistente.
Então, vamos as nossas notícias do momento:
A Fodelença no Congá Continua!
Pois é, o que seria do espiritual sem a carne?
Chegou ao nosso conhecimento que um famoso pai-de-santo, dono de um grande terreiro e figura proeminente no meio umbandista, não consegue manter seu siri sem adentrar na toca do alheio... E nem suas filhas-de-santo sossegam o facho em fogareiro!
A putaria rola solta naquele que deveria ser um lugar sagrado mas que já faz tempo descambou para a esbórnia.
Só que o "astral" anda distraído e a perninha do capeta gosta de dar rasteiras até no mais precavido homem santo.
Nesses e em diversos outros rituais de "ajustes" kármicos, prânicos ou pelo simples descuido e desleixo, uma dessas filhas-de-santo do lugar acabou recebendo em seu útero o sêmen pervertido de seu "papai" amado. O que, convenhamos, nãoé nada inusitado.
Só que, desta vez, o esquálifo sêmen encontrou um iluminado óvulo que não deveria estar lá! Diante das conjunções astrais, pelos entraves cósmicos-burocráticos e pelos intrincados e interpolados caminhos d'Aruanda...
O resultado é que a moça acabou ficando grávida de paínho!
Comoção! Emoção sem tamanho por entre a mulherada do terreiro!
Rapidamentem, puxando de seu vasto arsenal de groselhas e lorotas, o pai-de-santo vivaldino alegou mundos e fundos, acalmando seu haras. E, por conseguinte, já que uma de suas fêmeas ascendeu ao nível de reprodutora, a melhor coisa a fazer é encaminha-la para a engorda. Assim, evitam-se os comentários desnecessários das demais éguas barranqueiras e dos sempre tão prestativos empregados (que no fundo querem dar sua bimbadinha com uma das fêmeas, mas tudo dentro do mais elevado interesse kármico-mediúnico).
O dono do barraco tratou de afastar a moça do convívio do terreiro e, como lhe é peculiar, institui um toque de silêncio sobre o assunto, sob pena de expulsão, excomungão e danação macumbal. Assim, todos os envolvidos e conhecedores da treta foram proibidos de falar do ocorrido para os gentis que habitam o lado de fora das paredes do terreiro. Senão, você sabe como é, podem interpretar errado os misteriosos designos divinos, já que, ao que tudo indica, vem aí mais um "Choosen One" para dar continuidade aos miraculosos trabalhos mediúnicos.
Mas já dizia o ditado: segredo guardado é segredo contado; a verdade não pode ser contida e a boca de quem se manda calar nunca contem-se.
A história vazou e, ao saberem que os gentis descobriram tal tenebroso e aviltante segredo, os já paranóicos "espiritualistas" tentam encontrar o delator em suas fileiras... Sem sucesso, apesar dos inúmeros trabalhos e as trocentas macumbinhas visando afastar isso e aquilo (sempre cobrados em altos preços, que o final de ano está chegando e as viagens custam caro).
Já dizia P.T. Barnaum: "nasce um otário a cada minuto". O setor religioso sempre teve seus esqueminhas, tramóias, planos e trambiques. Isso vem de longe, desde que o mundo é mundo e o ser humano confiou na palavra de um estranho. Faz parte.
O que me intriga é que os espiritualistas, umbandistas e sei lá o que, são pessoas que se dizem eruditas. Que lêem muito, decerto, pois os livros espirituais nunca venderam tanto e suas coleções são das maiores possíveis.
Porém, e posso dizer isso de cátedra, não existe o exercício do pensamento livre e independente entre o "espiritualista". Minto, ele pode até existir. No entanto, está a serviço de terceiros. Corrompeu-se, degradou-se e, por conseguinte, passou a servir a interesses baixos. Por isso não adianta os caras lerem, comprarem, consumirem: a cloaca que está no lugar de seus corações é infinita e sem fundo. A informação não visa nada, a não ser o alimento do Ego e a busca por enigmas que não tem solução pois são todos mutantes, imaginários, mentiras... E não há verdade que suplante a mentira alimentada pelo Ego.
E o Ego do "espiritualista" só busca uma coisa: poder. Mesmo que seja poder de mentirinha, se surgir um curso de aspirante a Harry Potter, tá valendo! Ele paga, segue maluca e fielmente e sai por aí segurando e balançando sua varinha... Ou, no caso, a varinha de seu "mestre".
Eu sou um cara simples. Acho normal um homem amar uma mulher. Um homem transar com uma mulher também, normalíssimo. E mesmo um homem transar com outro homem, ou vice versa, enfim, se os envolvidos forem adultos, maiores de idade e vacinados, tá tudo certo.
O que pega é a sordidez daquele terreiro laá. A sujeira, a mentira, a enganação que não param.
Toda a pregação só existe para se chegar ao arrear das calcinhas e o ajoelhar dos covardes. Mais nada. Só isso.
Criar um harém pessoal, cercar-se de mulheres e com elas promover orgias... Também não vejo nada demais. Sendo adultos, dane-se.
O que complica é a hipocrisia e a desfaçatez do discurso de união, de paz, de bondade, da elevação pessoal, da caridade, da moralidade, da santidade pessoal, de colocar-se acima e melhor do que os outros, e de "conserto do mundo" quando, em sua própria casa, acontece a mais sórdida e descabida bandalheira. Uma bandalheira que faz corar certos políticos muitíssimo mais velhacos... E que não por nada vão ter lá suas lições de como corromper.
Esse pessoal faz pose de certinho, de santo, de puro e casto (como o faz, aliás, qualquer religião) mas o que rola nos bastidores é isso aí: orgias, sacanagem e exploração da crença e da ingenuidade e da imbecilidade alheia, chegando a engravidar as patetinhas que lhes dão valor. Fato.
E sem esquecer do olhar firmíssimo no dinheiro das doações, as salvas, e as venda de badulaques ritualísticos que vão parar sabe-se lá Oxalá onde. (mas nós sabemos: vai tudo pra conta do paínho, lógico!)
Amigos com o pé na espiritualidade tentam me explicar essas situações abjetas sob uma ótica igualmente espiritual.
Tentam, mas não conseguem.
Porque não há mundo imaginário que explique, ou justifique, o abuso do poder religioso visando obter favores sexuais. Se existir, quem o faz certamente não obedece aos designos do Altíssimo. Obedece, sim, quem está beeem mais lá embaixo, se você me entende.
Ao meu ver, essas estripulias sexuais são um crime tão terrível quanto o estupro. Porque a exploração da fé alheia é o mesmo que violar a santidade da consciência dos outros, estuprando suas convicções, arregaçando suas vidas e levando a pessoa a se tornar uma vadia, uma prostituta (com todo respeito a essa digníssima classe de trabalhadoras, que está acima de muitos religiosos, especialmente entre os umbandistas) dos interesses de "mestres" e pais-de-santo sem caráter.
É prostituir a alma da pessoa.
Esse foi um dos muitos motivos que me levou ao ateísmo. Se existir uma justiça divina, ele não existe, e se esta se omite ou deixa para depois a punição de tal canalhada suja... Então certamente a tall "justiça" está de braços dados com a bandidagem espiritual. E eu, que não sou otário, certamente não será por ela, e nem por quem a fundou, que guiarei minha vida.
Envolve-se pessoas ingênuas em teias e mais teias de interesses, lhes vendendo poderes, posições, títulos, reconhecimento, comendas (!), diplomas e, pior de tudo, identidade... Tudo absoluta e totalmente falso? É sujeira demais.
Tenha a justificativa "espiritual" que for, a mesma só denigre o espiritual.
Entre tantos e tantos crimes, engravidar uma moça, engedrada nessa barafunda de mentiras e canalhice (quando não centrada em furtos, roubos e delírios), passar às mulheres doenças venéreas, escraviza-las, mentir, iludir, enganar e juntar uma leva doentes mentais e perturbados ao seu redor, tudo isso se torna mera consequência.
Consequência de um trabalho de agregação, em que louco atrai louco, em que bandido atrai bandido e que doente mental atrai doente mental.
E esse o caminho para deus? Se o for, eu abraço alegremente Satanás!
Apesar de tudo, há um momento de alegria: feliz e inevitavelmente, essa bandalheira toda será destruída de per si. Uma vez que o cafetão-mor, o Supremo Pilantra, a serpente sebosa e expelida do ventre infecundo do poço sem fundo da "umbanda", assim que o parasita desmiolado encontrar seus medos e pecados na cova rasa (o que, convenhamos, não tardará, graças a sua saúde debilitada e sua loucura consagrada)...
Todo seu micro-império de devassidão e doença encerrar-se-á. Pois os macaquinhos que o seguem assim o fazem por serem aspirantes ao chacal que os guia. Porém, não passam de mucuins, drosofilas a borboletear sobre o chorume de uma umbanda que nunca existiu.
O que é construído no câncer, corrompido por ele será.
BLEEEH!
O mercado editorial brasileiro é nojeeeento!
De um lado temos livros comerciais que vendem muito, e livros eruditos que vendem pouco...
Mas são exatamente esses tais eruditos que acabam sendo o objetivo indireto dos aspirantes a escritores!
Todo mundo quer ser um novo Machado de Assis.
Todo mundo quer ser uma Cora Coralina, um Drummont, um urbanóide cabeça que lê Kierkegaard e Baudelaire, falando de si e de seus dramas burgueses, fazendo poesia cheirando a carne de panela com vinho...
Mas ninguém quer escrever sobre mortos-vivos.
Ou vampiros.
Samurais, cangaceiros, super-heróis, policiais e bandidos, bruxos e magos, piratas? De jeito nenhum!
Esse é o grande absurdo do autor nacional e das editoras: não se escreve temas comerciais, daí as editoras não publicam e puxam produtos licenciados!
Ora, se as editoras QUEREM livros comerciais, se o público GOSTA de livros comerciais, se o mercado mundial é sustentado por esses livros, por que não escreve-los?????
Porque nosso autor tem nojinho!
Ele despreza a literatura pulp porque quer ser um metido! Um bosta dum arrogante que sonha em ser membro da Academia Brasileira de Letras...
Sendo que ele foi criado por Tio Patinhas, Mickey, Cavaleiros do Zodíaco e X-men!
Ou quer ser um mago cabalístico que estuda as forças do universo, quando o leitor quer fazer macumbinha prá ganhar dinheiro ou trazer o namorado de volta!
Mesmo na poesia, não existe livro de poeta engraçado! Bem humorado, cínico, sarcástico, crítico. É tudo sobre amooor, amooor...
Enfim, nosso mercado poderia ser muitíssimo maior SE OS AUTORES NACIONAIS FALASSEM SOBRE O QUE O LEITOR QUER LER!
Se a gente não fala, vem o gringo e fala, ganha seu dinheiro e faz o leitor e a editora felizes.
Por exemplo, PORNOGRAFIA!
O leitor comum adora pornografia!
Existem centenas de milhares de sex-shops que vendem brinquedos para adultos.
Mas não tem UMA editora que faça livros com novelas ou contos pornôs.
Quando tem, é lixo.
Policial!
Na editora onde trabalho o grande sucesso de vendas é um livro sobre a Polícia Federal. Já vai prá terceira edição, vendeu que nem gasolina antes do reajuste.
"Ah, mas eu não quero fazer livro desse tipo."
Tudo bem, é seu direito.
Porém, NINGUÉM quer fazer livros comerciais... Mas quer vender, né? Quer sair na Vejinha, quer ser entrevistado na TV, quer festa de lançamento, mala-direta, ir no Jô Soares...
Mas não quer ser taxado de comercialista!
Meus autores favoritos são Terry Pratchett e Douglas Adams.
O primeiro faz fantasia e o segundo FC. Mas ambos trabalham com HUMOR, satirizando os clichês desses tipos de livros.
E são ótimos no que fazem!
É literatura "comercial" mas divertidíssima, engraçada, simpática, agradável e que vende horrores!
Portanto, é possível escrever comercialmente mas sem vender sua alma.
E se vender, não tem problema: ela não existe mesmo...
Eu Sou um Revolucionário Literário!
Sim. Eu me considero um revolucionário. Porque não vou na corrente que escreve textos bundão-cabeça. Eu quero pipoca mesmo, popcorn com carê, Doritos com mandioca!
Estou pegando elementos da cultura pop japonesa e misturando a nossa cultura.
Nada de saci, mula-sem-cabeça, índio, Brasil, pátria amada, salve-salve. Não.
Eu pego elementos urbanos brasileiros e acrescento idéias e premissas do mangá.
Um avião que cai numa rua gera um personagem que transcende a Morte e encontra o amor anárquico com duas garotas que nada mais são que simbologias espíritas!
O grande senhor do império do astral superior (umbanda esotérica) se transforma no amaldiçoado cão que aprisiona e escraviza a humanidade, impedindo-a de ascender ao Real (Matrix)!
E ainda tem quadrinhos no meio do meu livro, um gibizinho alucinado, que vira e revira a história do avesso!
Só te digo isso: eu mostrei um de meus livros, rascunhado, para um carinha que me acompanha desde 1990, quando editei minha primeira revista.
Ele queria ler um texto meu e eu mandei, a custa de testar a resposta do menino.
Deu duas semanas e ele me escreveu de volta.
Ele estava completamente alucinado de felicidade.
Disse que se divertiu, que viu cada cena que escrevi como a imaginei...
E ele me disse que sou um digno sucessor de Monteiro Lobato!
Tirando o delírio do menino, que eu rechaço, é ESSA a reação que busco no leitor jovem!
Se ele se emocionar, curtir, amar e vier me agradecer pelos bons momentos de alegria que teve...
Missão cuprida!
Mil Nomes: Andamento da Produção - 15-11-2009
Texto - CONCLUÍDO (encaminhado para revisão)
Ilustrações Internas - CONCLUÍDO
Registro do domínio - CONCLUÍDO
Registro do domínio - CONCLUÍDO (e funcionando)
Marcador de página (brinde) - CONCLUÍDO
História em Quadrinhos - roteiro CONCLUÍDO; em fase final de acabamento, arte-final e letreiramento (70% concluído)
Diagramação - aguardando recebimento de texto da revisão e finalização da História em Quadrinhos para posterior inserção.
Capa - em produção (60% concluída)
Sobre-capa - em produção (98% concluída)
Poster de divulgação - esboçado (12% concluído)
Press-release - esboçado (5% concluído)
Cardgame de brinde - idealizado (1% concluído)
Local do evento lançamento do livro - locais cadastrados, iniciando contato inicial (20% concluído)

Configurar essa bosta de site é um cu do caroço mesmo! O problema é que o Webnode não se entende com o Uniregistro. E o Uniregistro altera as configurações de direcionamento de domínio sem avisar, desabando o site inteiro.
Resultado: ficamos dias sem exibir imagens, com nosso conteúdo comprometido e zoado. Felizmente eu tenho backup de tudo, mas demorar um pouco prá dar upload das coisas.
Ao mesmo tempo, a Uniregistro tá fazendo corpo mole prá direcionar o domínio pro Webnode e, enfim, é tudo um grande cu.
Mas prossigaos, céleres e impávidos!
Novidades
NOVAS ATRAÇÕES!
2009-11-15 23:37———
Defeitos (Quase que) Sanados!
2009-11-15 13:14———
Tudo Como D'antes...
2009-08-15 22:55———
As Aventuras de BK No Reino da Bicharada
2009-07-23 22:22———
Cousas e Lousas
2009-07-23 22:20———
Nossos Livros!
2009-06-11 16:57———
A Gente Começamos!
2009-06-01 00:49———
Games Legais
Stalin Versus Martians
2009-11-15 14:27———
Plantas Versus Zumbis: o Jogo Do Ano!
2009-06-02 09:20———
Todos os artigos———
Itens: 1 - 2 de 2
Duas Coisas Que Precisavam Acabar

A primeira delas é essa mania tola e fútil de se referir aos consumidores de filmes, seriados, quadrinhos como sendo... Fãs.
Porque é burrice.
A pessoa que gosta de algo não precisa ser fã de nada. Ela pode simplesmente gostar, curtir e acompanhar e pronto. Mais nada. Já o fã é uma parcela infinitesimal desse imenso espectro de consumidores. Ele está lá na rebarbinha e jamais deveria ser tratado como o alvo principal. Imagine o que seria da indústria de fogões, geladeiras, carros ou computadores se apenas objetivassem os fãs.
Porque é preconceito.
Certos segmentos de mídia, especialmente os de série de TV, quadrinhos e games, são mantidos por senhores de idade avançada que consideram seus consumidores como "crianças" estúpidas que só merecem ser exploradas. É isso mesmo, o camarada que banca uma network de informações primeiro se baseou numa premissa equivocada, bastante estadunidense, que diz que tudo é fã. E se é fã, é retardado, burro, cretino e criança. E que tem que ser tratado feito criança mesmo. Mas o pior é que muito "jornalista e site especializado" embarca nessa, se referindo ao público que gosta de Fringe, Heroes ou House como fã.
Os fãs de Perdidos no Espaço, os fãs de anime...
E, incrível, muita gente assume o rótulo e se diz fã! É o feedback das mentes inferiores, meu caro! Macaco vê, macaco faz!
A segunda coisa que deveriam acabar são os prêmios, concursos e citações disso ou daquilo que contam como fator de qualidade indiscutível desta ou daquela obra, deste ou aquele produto ou profissional. Esse estratagema é muito comum quando se tenta empulhar alguma obra vagabunda, elitista ou "cabeça", ou algum sujeito insípido e vazio, para um público latino que leva mais em conta mais as flâmulas e medalhinhas do que a obra, ou pessoa, tem a dizer ou a acrescentar.
Esse é um vício típico do Terceiro Mundo.
Não que as premiações sejam mais ou menos importantes. Há prêmios e prêmios. Um prêmio Nobel é bem diferente de um prêmio Jabuti. Um prêmio Nebula ou Will Eisner é bem diferente do prêmio dado pela prefeitura de Brogodó da Serra. A diferença é a credibilidade e a seriedade.
A bem da verdade, os prêmios só servem para enaltecer e bajular. Funcionam como peça de marketing muito do ordinário, muito do mequetrefe...
Pois o que mais importa é ser lido. É ser assistido, conhecido, enfim, o que importa é o que se tem a dizer e não o que meia-dúzia de amiguinhos ou colegas que se reúnem na calada da noite, sempre em votações misteriosas, secretas, e que usam critérios obscuros.
E que elegem uns fulaninhos que ninguém conhece mas oh! Como são paparicados!
É corte. É vício mental do brasileiro, coisa de cucaracha. Se tem uma corte, se tem um grupinho de "amiches" ou confrades, eles desandam a premiar uns aos outros. Não importa se o camarada escreve bem, se o trabalho dele presta, se ele plagia ilustrações dos outros.
Dane-se.
Se ele é eleito pela turminha, é carregado nos ombros e enaltecido pois ele faz parte da um micro-reinado de mendigos maltrapilhos.
Mesmo que ninguém o leia. Nem sua turminha!
Fora com os fãs! Fora com os prêmios! Vê se amadurece, cara!
Mais uma publicação oportunista e deslavada chega aos olhos deste missivista. Editada pela Pixel, não há qualquer explicação plausível para que uma editora lance esse tipo de material. Não há? Lógico que há! Graças a Maurício de Souza e seu nefasto "Turma da Mônica Mangá", ou "jovem", como queira, cujas vendagens foram um inegável sucesso (o que não se pode dizer de seu conteúdo)... Parece que certos editores "descobriram" que as adolescentes são ávidas consumidoras de produtos que espelhem visões de si mesmas. Dessa forma, licencia-se um personagem relativamente famoso ou no mínimo conhecido na parca memória do público (especialmente os bem mais velhos) e pronto: surge uma publicação caça-níquel. Não é preciso ser muito inteligente para perceber que há uma grave diferença entre isto: E isto: A conceitualização dos personagens foi drasticamente modificada. Matou-se todos os referenciais originais da série, em especial o Bolinha que, de gordo, virou um boyzinho magrelo e sarado. A intenção é óbvia: em tempos de bom-mocismo editorial em que tudo é politicamente correto, nivela-se por baixo qualquerautenticidade e originalidade da criação original. Nos dias de hoje, não se pode fazer graça com gordos, pretos, asiáticos, judeus, enfim, não se pode dar grandes passadas em direção ao humor considerado "ofensivo". Não se pode tirar um sarro de mais nada e, no caso da Luluzinha, centralizada no chauvinismo crônico, vai pro espaço toda e qualquer mínima idéia que possa ofender alguém. Apenas se apodera do nome da personagem, seus coadjuvantes e coloca-se tudo numa batedeira Walita, passando o conteúdo "indevido" num filtro Phillips e se imprime a caretice num Grill George Foreman. A verdade é que este gibi é feito por senhores de idade que desconhecem a essência dos quadrinhos e só tem olhos para o lucro fácil e imediato, calcado na "moral e os bons costumes", com tudo que seja minimamente divertido e engraçado seja deixado de fora. (sem esquecer que a Mônica foi "inspirada" na própria Luluzinha, o que não deixa de ser irônico e, ao mesmo tempo, cínico e desleal) Pois, para eles, não se pode contrariar as ditas "minorias". Quem pode fazer isso é a Globo com o "Zorra Total" ou o Tom Cavalcanti.Para a Pixar, o público feminino é branco, classe-média alta e nem de longe aspira a qualquer ato de rebeldia ou gozação contra os "menos favorecidos". A verdade é que não se vende mais HQs para leitores. Vende-se para consumidores moldados e calcados em ideais hiper-consumistas. Donos de uma moralidade neutra, asséptica, gélida mas superficialista. As meninas, em particular, são mostradas como meras bonequinhas sensuais, sem proposta, sem vínculo, sem nada além de desfilar sorrisos e poses. E que se foda a série original. Se deu certo com Maurício de Souza... Nos dias de hoje, o que vale são as idéias feitas de isopor, desde que baseadas numa moralidade careta, antiquada mas que ganhedividendos junto às patricinhas brancas e riquinhas que consomem High School Music... E seus pais bem nascidos, leitores da Veja e assinantes da Folha. Elite é isso: careta até quando quer ser moderna.LULUZINHA JOVEM NASCEU VELHA!


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